Perfeita É A Mãe 2


Hey, Nathan com essa continuação maravilhosa.
Fui assistir essa comédia na última cabine de impressa que eu compareci da Aliança de Blogueiros RJ. 



Sinopse: Sobrecarregadas pelas exigências natalinas, Amy (Mila Kunis), Kiki (Kristen Bell) e Carla (Kathryn Hahn) são surpreendidas por inesperadas visitas de suas respectivas mães dias antes do 25 de dezembro. Cada qual à sua maneira, Ruth (Christine Baranski), Sandy (Cheryl Hines) e Isis (Susan Sarandon) abalam emocionalmente as herdeiras e deixam a naturalmente estressante época ainda mais difícil, induzindo novos atos de rebeldia por parte das imperfeitas mamães.

Sobre o filme:
O filme traz de volta as mães mais loucas do cinema para alegrar ainda mais o Natal. O filme começa com a casa da Amy toda destruída e vai voltar no tempo para explicar o que deu errado na festa natalina da família.

Todas as mães sofrem uma pressão enorme nessa data, pois tudo tem que estar perfeito para as festividades. Presentes embrulhados, comidas típicas e decoração espetacular são uma obrigação e com Amy, Kiki e Carla não podia ser diferente. O fim do ano se aproxima e elas precisam que tudo esteja pronto em suas casas. 


Logo no início do filme descobrimos que o relacionamento de Amy com Jessie (Jay Hernandez), apesar de recente, está bem. Eles passam tempo juntos como família, fazem atividades com as crianças dela e dele, mesmo sem morar juntos.

As três vão ao shopping para expressar suas frustrações com os feriados, ficam bêbadas na praça de alimentação (cena maravilhosa, conseguiu ser melhor que a do mercado no primeiro filme!) e fazem uma promessa entre si: elas vão resgatar o Natal e fazer o que quiserem este ano, sem se importar com cobranças.


Isso até que as mães delas aparecem para complicar a situação. De surpresa aparecem: Ruth, mãe de Amy, que sempre critica tudo que a filha faz e quer garantir que o Natal seja um evento fenomenal; Sandy, a mãe super protetora de Kiki, que usa roupas com o rosto da filha e não sabe distinguir os limites de privacidade da Kiki (sério, muito doido, quem assistiu vai entender kkkk); e Isis; a mãe desprendida de Carla, que só aparece quando precisa de grana.

Amy promete aos filhos um Natal tranquilo, mas Ruth acha bobagem e decide que o primeiro passo da comemoração é uma decoração extravagante e levar toda a família para o musical "O Quebra-Nozes" totalmente em russo. Só que Amy frustra os planos da mãe e encontra com Kiki e Carla , também com suas mães, numa espécie de salão de jogos. Lá todas se conhecem formalmente e as avós até fazem uma "amizade".

Carla te um interesse amoroso nesse filme, ela conhece um cara no trabalho chamado Ty (Justin Hartley), que está na cidade para uma competição de Papai Noel Sexy. Ele a convida para um encontro no local da competição.

Como era de se esperar, as desavenças entre mãe e filha começam a arruinar o planejamento das festas de cada uma das mães e a por em risco a sanidade de todos.
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Eu achei o primeiro filme divertidíssimo e amei quando fiquei sabendo que haveria uma continuação. A química entre Kunis, Bell e Hahn é inegável, ainda mais agora que já conhecemos as personagens e  as atrizes estão contracenando uma sequência juntas. Elas sustentam o filme como ninguém e recebem o destaque merecido como protagonistas de uma comédia. As adições ao elenco foram bem-vindas, Christine Baranski, Cheryl Hines e Susan Sarandon casaram muito bem como mães do trio, pareciam mesmo parentes.

O longa arranca risadas do começo ao fim, principalmente com a personagem Carla, que é a mais engraçada e p#rr@ louca do grupo. Kathryn Hahn tem as melhores tiradas do filme. Sou suspeito para falar, pois comédia é meu gênero favorito, mas o longa me conquistou por sua despretensiosidade. Não é o enredo mais original, mas compensa com diversão acima da média.

O filme tem uma trilha sonora ótima, com músicas atuais. O que combinou bastante com o estilo do filme, que é bem animado e para cima. O filme foi escrito e dirigido por Scott Moore e Jon Lucas, os mesmos do primeiro.

É bom destacar que o filme tem uns palavrões linguagem imprópria para menores (até na sessão dublada, o que eu achei muito bom) e algumas cenas de insinuação sexual, portanto não é um filme para assistir em família.

Confiram o trailer:

Alguém já assistiu ao filme? Me falem o que acharam!
xoxo, Nathan

Extraordinário


Hey, Nathan aqui com mais um filme.
Extraordinário (Wonder, título em inglês) foi o filme da última cabine de impressa que eu compareci da Aliança de Blogueiros RJ.

“Quando tiver que escolher entre estar certo e ser gentil, escolha ser gentil.”
Sinopse:
Auggie Pullman (Jacob Tremblay) é um garoto que nasceu com uma deformação facial, o que fez com que passasse por 27 cirurgias plásticas. Aos 10 anos, ele pela primeira vez frequentará uma escola regular, como qualquer outra criança. Lá, precisa lidar com a sensação constante de ser sempre observado e avaliado por todos à sua volta.

Sobre o filme:
O filme é baseado no livro de mesmo nome, escrito por Raquel Jaramillo (sob o pseudônimo R. J. Palacio), que eu nunca li e me arrependi, pois achei o filme lindo e não consigo ler depois que já assisti, pois tenho probleminhas.

Voltando ao filme, que começa nos apresentando August e sua família, os pais e sua irmã mais velha Via Pullman (Izabela Vidovic). Nos mostrando o cotidiano de cada membro e como eles lidam com a situação do menino. Ainda mais agora que a mãe o matriculou em uma escola particular ao invés de ensiná-lo em casa como costumava fazer.

Auggie costuma andar de capacete na rua e até a caminho da escola. Ele adora ciências e astronomia, esse foi um dos motivos pelo qual ele queria ir para a escola. A nova escola inclusive tem uma feira anual de ciências. A festa favorita dele é o Halloween, pois ele pode ser outra pessoa e não o menino deformado.

Antes de iniciar as aulas, Isabel e Nate Pullman (Julia Roberts e Owen Wilson) levam o filho para conhecer o ambiente escolar. Chegando lá o diretor Tushman (Mandy Patinkin) pede para Charlotte, Julian e Jack Will apresentarem a escola para o Auggie. Os três alunos serão colegas de classe de Auggie durante o ano letivo.


Na escola, os olhares são sempre curiosos e as crianças não são boas em disfarçar suas emoções. O primeiro dia do garoto na escola não é dos melhores (o de ninguém é mesmo kkkk), mas com o tempo ele acaba se acostuma com tudo.

O colega de classe Julian (Bryce Gheisar) é uma daquelas crianças que sabe manter as aparências na presença de adultos, se faz de bonzinho e implica com Auggie durante as aulas. Já Jack Will (Noah Jupe) é um garoto divertido e logo se torna amigo de Auggie.

A amizade entre os dois é notável, porém durante a festa de Halloween da escola Auggie entra na sala de aula fantasiado de Ghostface (do filme Pânico) e ninguém sabe disso. Ele ouve Jack dizer para Julian que só fingiu ser amigo de Auggie e que preferia morrer do que ter o rosto desfigurado.

Auggie fica muito chateado e as situações de bullying provocadas por Julian se intensificam. O restante do ano ocorre com seus altos e baixos e ele recebe ajuda de outras pessoas. Novas amizades serão formadas e outros desafios precisarão ser superados por Auggie.

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O filme conta de maneira bem simples e bonita a trajetória de Auggie. A narrativa do filme é bem dinâmica, alternando o ponto de vista de alguns personagens. O ator Jacob Tremblay (O Quarto de Jack) é cativante e fez jus ao papel, assim como todo o elenco infantil.

Gostei muito da personagem Via, que tem um desenvolvimento bem interessante no decorrer do filme. Ela está na fase da adolescência e tenta lidar com o distanciamento da melhor amiga Miranda (Danielle Rose Russell), o primeiro amor e a superproteção dos pais com o irmão (foi muito fofo ver o quanto ela ama o irmão a ponto de abrir mão da atenção dos pais).

Eu chorei como um bebê numa parte considerável do filme. A atmosfera me lembrou um pouco a série de TV ‘This Is Us’, pois ambos retratam de maneira bem sutil os relacionamentos dos personagens com amigos e família (se não souberem que série é essa, por favor procurem!)


Meu problema com esse filme foram os pais do Auggie, Owen e Roberts que apesar de serem ótimos atores, eles não me convenceram como casal. Eles não têm nenhuma química na tela, isso me incomodou bastante.

O longa foi dirigido por Stephen Chbosky, conhecido por seu trabalho em outra adaptação literária: As vantagens de ser invisível. Ele também foi responsável pelo roteiro do filme live-action A Bela e a Fera de 2017.

Confiram o trailer: 


Um filme emocionante sobre amizade e aceitar a si mesmo, que transmite sua mensagem de maneira encantadora ao espectador. Que nos mostra o quanto uma pessoa pode impactar a vida dos outros.

E assim que assistir, me fala o que achou nos comentários!
xoxo, Nathan


Pai em Dose Dupla 2


Hey, Nathan aqui para falar de mais um filme.
Pai em Dose Dupla 2 estreia essa semana, dia 23 de novembro, e eu pude conferir na última sexta-feira (dia 17) em uma cabine de imprensa da Aliança de Blogueiros RJ.


Sinopse: Após resolverem suas diferenças, Brad (Will Ferrell) e Dusty (Mark Wahlberg) precisam agora lidar com uma nova situação complicada: a súbita aparição de seus pais, que possuem comportamentos bem diferentes.

Sobre o filme:
A relação entre Brad e Dusty parece boa, eles dividem as atividades das crianças e formam uma dupla de pais para os filhos de Dusty, Megan (Scarlett Estevez) e Dylan (Owen Vaccaro). Próximo do recesso do fim de ano, a escola das crianças prepara uma festa para celebrar o Natal. Cada criança sobe ao palco e diz o que mais gosta e não gosta sobre o tema. Durante o discurso, Megan pega a todos da família de surpresa dizendo o quanto acha ruim ter várias festas de fim de ano, uma na casa da mãe com o padrasto e uma na casa do pai com a madrasta.

Com medo de traumatizar as crianças, os adultos decidem fazer um Natal coletivo. Incluindo a nova família de Dusty, sua esposa Karen Mayron (Alessandra Ambrosio) e sua enteada Adriana. O que eles ninguém contava era que os avôs também estavam a caminho para as festividades. Kurt Mayron (Mel Gibson), pai de Dusty é o típico pai durão. Já Don Whitaker (John Lithgow), pai de Brad é um pai carinhoso e atencioso.

Logo, Kurt oferece um local para passar a festa de Natal nas montanhas. Porém a mistura dessas pessoas tão diferentes não funciona nem um pouco: Dusty não tem um bom relacionamento com o pai; Don esconde segredos de Brad; Karen parece não gostar nem um pouco da ex-mulher de Dusty, Sara Whitaker (Linda Cardellini); e esses atritos começam a interferir nas comemorações.

O personagem de Mel Gibson quer provar a todo custo que Brad é quem controla a família e toma todas as decisões sozinho. Dusty reluta em acreditar no que o pai está dizendo, mas ele percebe que a relação com Brad não está tão boa quanto imaginava. Um incidente ascende aquela velha rixa do primeiro filme, fazendo com que Dusty e Brad entram em pé de guerra para resolver suas desavenças.


Eu simplesmente adoro filmes de comédia e já tinha gostado muito do primeiro, o segundo foi tão engraçado quanto. Um filme recheado de cenas mirabolantes que me fizeram rir igual uma criança. O longa explora, ainda, a importância do relacionamento entre pais e filhos.

Sobre o elenco, o filme manteve o do anterior com a adição da dupla, Mel Gibson e John Lithgow, que só contribuiu para tornar o filme mais cômico. Temos também o Brasil representado no filme com a atriz Alessandra Ambrosio, que faz as melhores caras e bocas.

Eu particularmente gosto do elenco infantil, principalmente da atriz Scarlett Estevez (que interpreta a Megan). Ela rouba a cena sempre que faz aparições na série de TV Lucifer e no filme não é diferente. Ela protagoniza duas cenas hilárias, uma delas envolvendo uma espingarda.

A direção ficou com Sean Anders, o mesmo do primeiro. Ele trabalhou como diretor em outras comédias, como Sex Drive - Rumo ao Sexo e Quero Matar Meu Chefe 2.

Um filme sobre a diversidade da família nos dias de hoje, mostrando como elas se comportam e se ajudam (ou não) de uma forma divertida e descontraída. Um filme para curtir com a família, com os filhos e com os amigos.

Vejam o trailer:


Espero que tenham gostado. Confiram o filme e me digam o que acharam!
xoxo, Nathan

Bright: novo filme da Netflix estrelado pelo Will Smith


A Netflix divulgou recentemente o novo trailer legendado do filme Bright. O longa metragem de ficção científica foi dirigido por David Ayer, de Esquadrão Suicida.

Em um mundo futurista, seres humanos convivem em harmônia com seres fantásticos, como fadas e ogros. Mesmo nesse cenário infrações da lei acontecem e um policial humano (Will Smith) especializado em crimes mágicos é obrigado a trabalhar junto com um orc (Joel Edgerton) para evitar que uma poderosa arma caia nas mãos erradas.

Também no elenco estão: Joel Edgerton (Êxodo: Deuses e Rei), Noomi Rapace (Sherlock Holmes: O Jogo de Sombras), Lucy Fry (Academia de Vampiros: O Beijo das Sombras) e Edgar Ramirez (Caçadores de Emoção: Além do Limite e A Garota no Trem). Com roteiro de Max Landis (Victor Frankenstein).

Confiram o trailer do filme:

A produção chega à plataforma no dia 22 de dezembro.

"Uma noite apenas" - Bya Campista


Oieeeee genteeeee....quanto tempo hein....saudades de vir aqui papear com vocês. Mas vamos ao que interessa...hoje nós vamos falar de um livro maravilhoso. Vamos falar sobre Uma Noite Apenas, da nossa mais nova parceira....a fofa da Bya Campista. Bora conhecer essa história caliente....

O livro conta a história de Angelina Brooks, uma mulher muito bem sucedida e que sabe bem o que quer. Nunca se prende a homem nenhum. Não vive sem sexo, mas nunca se apega a ninguém. Para ela não existe essa parada de felizes para sempre. A verdadeira paixão de Angelina é o seu trabalho. 

Como uma verdadeira workaholic, Angelina nunca tirava um tempo para cuidar de sua saúde. Após reclamar diversas vezes de uma dor no ombro para o seu fiel escudeiro, Tray marca uma consulta com o melhor ortopedista de Nova York - Dr. King. Muito a contra gosto ela decide de uma vez por todos encarar o tal médico.

Ao chegar no consultório, Angelina tem uma grande surpresa ao ver que o "rei das selvas" era um puta homão.....sim....daqueles de fechar o comércio e de deixar você como o chuveirinho funcionando a noite todaaaaaaa....
O primeiro contato entre os dois não foi dos melhores, varias farpas sendo trocadas entre eles, mas de uma coisa nenhum dos dois podia negar, a tensão sexual entre eles estava em um nível acima do normal, mas como Angelina não queria se envolver com ninguém, não deu corda pra ele.

Como o mundo é uma caixinha de surpresas, eles voltam a se encontrar, sendo que desta vez em um boate. Mais uma vez o tesão entre os dois fica nítido. Evan King também não quer se prender a ninguém, mas deseja essa mulher e por isso faz uma proposta a Angelina:

"- Uma noite apenas - ele interrompeu meus pensamentos. - Essa é minha proposta....- Eu farei essa proposta a você todas as noites, Angelina, e você aceita se quiser... Enquanto quiser". (p. 66)

A partir desse momento, eles começam a viver uma noite de cada vez o que deixa a nossa heroína desesperada pois nunca em toda a sua vida ela sentiu essa necessidade de sempre estar ao lado de um homem. 

Será que Angelina vai saber lidar com esse sentimento novo ou por medo poderá abandonar tudo? Isso e muito mais é o que você vai encontrar ao ler essa obra perfeita!!!


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Meu povoooooo para tudooooo.....o que foi esse livro??? Olha eu sei que eu falo isso varias vezes por aqui mas não há outra expressão a ser dita ao terminar de ler esse livro. 
Como vocês já sabem eu adoro livros com temática hot, mas esse livro realmente me surpreendeu. Nós estamos acostumadas a sempre ver em histórias assim homens de negócios e mocinhas que não sabem absolutamente nada de sexo e que com eles vem a aprender. Mas em Uma noite apenas a história é bem diferente....

Pois é, nesse livro há realmente o empoderamente feminino, onde a personagem feminina é quem dita as regras....sim, ela é poderosa, sabe o que quer e o fato de curtir sexo sem se apegar a ninguém não a faz uma promiscua, mas sim a mulher independente, que não precisa de um homem o tempo todo ao seu lado para ser feliz. Isso realmente foi o que mais me chamou a atenção no livro, pois sempre vemos a mocinha ingenua e que o macho alfa é quem ensina tudo para ela. Bom, se essa é a sua visão, não leia esse livro pois a nossa Angelina é A MULHER e eu quero muito um dia poder ser como ela.

O nosso mocinho também é fofo e safado....o que muitas das vezes me deu uma puta vontade de entrar na história. O nosso dr. Evan King é simplesmente perfeito. Quando não está sendo extremamente protetor está sendo o melhor homem que Angelina já teve na cama. King realiza varios sonhos de Angelina e é extremamente amoroso, ou seja, não é só sexo (claro que isso é muito bom....oh lá em casa), mas ele também se mostra um verdadeiro companheiro para Angel.

Um livro regado de boas risadas, muitas cenas quentes, romantismo na medida certa, uma mocinha (que não é tão mocinha assim) boca suja, um amigo gay e um mocinho que tem uma pegada bem forte e uma personalidade incrível, muito Jack Daniels, o e velho Rock and Roll, sem esquecer os clássicos, como Sinatra. E por falar em Sinatra, a autora menciona em vários momentos do livro algumas musicas bem bacanas, vale a pena conferir.

O que eu achei bem interessante também é que não se trata apenas de um livro com temática sexual, o livro também aborda temas bastante importantes como por exemplo o abandono parental e o perdão e isso nos leva em vários momentos a pensar sobre inúmeros aspectos de nossas vidas. 

Para quem curte leitura hot com altas doses de risada e diversão, essa é a pedida. Eu super recomendo o livro. Eu gostei tanto que eu acho que vou começar a perturbar a Bya para escrever nem que seja um spin-off desse casal incrível.

E por falar em Bya, essa autora é simplesmente maravilhosa. Eu pude conhecer ela na Bienal desse ano através de uma amiga em comum e ao apresentar o blog para ela, ela super topou em ser nossa parceira, ou seja, vamos ver muito ainda de Bya Campista por aqui....

Quando marcamos o café para firmar a parceria

Coisa mais linda esse autografo... :)


Bom pessoal eu vou ficando por aqui, espero que vocês tenham curtido mais essa resenha. Mas antes de ir eu quero agradecer e muito essa linda da Bya Campista por ter confiado no nosso trabalho e dizer que amamos a sua história. 

E a vocês, deixem um recadinho pra nós aqui embaixo ok? Um grande beijo no coraçãozinho de vocês!!!

Flay


Além da Morte


Hey, Nathan aqui mais uma vez!
Fui assistir ontem e tive que vir comentar sobre, pois ainda estou digerindo a mensagem do filme.






Título original: Flatliners
Distribuidor: SONY PICTURES
Data de lançamento: 
19 de outubro de 2017 (1h 49min)
Direção: Niels Arden Oplev
Elenco: Ellen Page, Diego Luna, Nina Dobrev
Gêneros: Suspense, Ficção científica








Sinopse: Na esperança de fazer algumas descobertas, estudantes de medicina começam a explorar o reino das experiências de quase morte. Cada um deles passa pela experiência de ter o coração parado e depois revivido. Eles passam a ter visões em flash, como pesadelos da infância, e a refletir sobre pecados que cometeram. Os experimentos se intensificam, e eles passam a serem afetados fisicamente por suas visões enquanto tentam achar uma cura para a morte.

Antes de começar uma informação importante: esperava que fosse um filme de terror, só que não foi (não na minha concepção rs). Mas isso não me incomodou nem um pouco, fiquei até feliz por ter sido “enganado” nesse ponto. E mesmo assim houveram bons momentos de suspense e de muita tensão.


Sobre o filme: 
O filme começa com a morte da irmã da Courtney Holmes, personagem de Ellen Page, num acidente de carro envolvendo as duas. Courtney sobrevive e decide se tornar médica. Passam-se anos e ela fica obcecada com a ideia de vida após a morte e descobrir o que acontece no “além”.

Ela então reúne um grupo de outros estudantes para fazer os experimentos, que consiste em induzir um indivíduo a morte e mapear o que acontece com o cérebro e o que cada pessoa vê no pós-morte. Courtney foi a primeira cobaia e cada um deles vivencia algo diferente relacionado ao seu passado sombrio enquanto estão do “outro lado”.

As coisas começam bem, pois assim que eles são trazidos de volta dos mortos eles ficam mais inteligentes e conseguem acessar memórias e informações que acharam ter esquecido no decorrer da vida. Tudo piora no momento em que eles são assombrados também no mundo real e precisam descobrir como fazer isso parar ou podem acabar mortos.

Uma observação pessoal: só não entendi o porquê ter um monte de festa. Cada vez que um deles “morria”, eles saiam do local do experimento e iam direto para uma baladinha (WTF!).

Linha Mortal (1990) e Além da Morte (2017)
A premissa do filme foi baseada em outro longa chamado de Linha Mortal aqui no Brasil. O ator Kiefer Sutherland (Jack Bauer de 24 horas), que esteve em ambos os filmes (no de 1990 e neste), revelou que Além da Morte é na verdade uma continuação e não um remake.

Quando assisti ao filme, fui sem pretensão. Não sabia da existência do outro filme e vi o trailer há bastante tempo, isso fez com que eu me surpreendesse positivamente com a história. A mensagem transmitida me deixou satisfeito no final, levando cada um dos personagens a refletir sobre a própria vida (assim como quem assistiu rs).

Não é um filme maravilhoso, não é nem cult e nem blockbuster, mas se puder dê uma chance assim como eu. Vocês podem se surpreender!

Confiram o trailer:

Algum de vocês já assistiu, me falem o que acharam!
xoxo, Nathan

Tempestade: Planeta em Fúria


Hey, gente!
Nathan aqui de novo para falar desse filme sensacional que eu conferi na cabine de impressa dessa semana.


Sinopse: 
A ocorrência cada vez mais frequente de eventos climáticos capazes de ameaçar a existência da humanidade faz com que seja criada uma extensa rede de satélites, ao redor de todo o planeta, de forma a controlar o próprio clima. Apelidado de "Dutch Boy", este sistema construído a partir da cooperação de 17 países é coordenado pelo engenheiro Jake Lawson (Gerard Butler). Após anos de dedicação, ele é afastado da função devido a questões políticas e, em seu lugar, é nomeado seu irmão caçula, Max (Jim Sturgess). Três anos depois, quando a coordenação do "Dutch Boy" está prestes a ser transferida dos Estados Unidos para a ONU, falhas pontuais provocam uma forte nevasca em pleno deserto no Afeganistão e altíssimas temperaturas em Hong Kong, que matam centenas de pessoas. Jake é então convocado para descobrir o que está acontecendo e, enviado para a estação internacional, desvenda uma imensa conspiração ao mesmo tempo em que precisa deixar para trás os atritos existentes com Max.


Sobre o filme:
Se vocês, assim como eu, adoram um filme sobre a destruição em massa da população em decorrência de desastres naturais, não podem perder esse filme! A humanidade precisa de um upgrade mesmo. Brincadeiras a parte, Tempestade: Planeta em Fúria é um filme que vai agradar toda a família. Aquele tipo de filme que você assiste e nem percebe o tempo passar. 

O filme defende bem o gênero ação/catástrofe, trazendo ótimos efeitos visuais e muitas reviravoltas. Além disso, Geostorm (título em inglês) nos apresenta também uma boa narrativa envolvendo jogos de poder político e traição. Temos alguns clichês desses filmes americanos, é claro, mas nada que atrapalhe o desenvolvimento do filme.



Gerard Butler foi uma escalação acertada na minha opinião, pois nos traz momentos divertidos que aliviam a tensão no decorrer da história. No elenco temos também Ed Harris (Apollo 13 e O Show de Truman - O Show da Vida) como o Secretário de Estado Leonard Dekkom e Andy García (Onze Homens e um Segredo e O Poderoso Chefão Parte III) como o Presidente dos Estados Unidos, que vão desempenhar um papel importante no desenrolar da trama.

Gostei de como o filme abordou temas de relacionamento amoroso e familiar dos personagens. A relação do Jake com o irmão é difícil (afinal ele perdeu o cargo de coordenação do projeto da sua vida para Max) e ver a reconciliação ocorrer conforme avançamos no filme foi muito bonito (houve um momento no final do filme que meus olhos até lacrimejaram, amo essa emoção barata que Hollywood proporciona hahaha).

As pessoas com quem Jake teve que trabalhar em sua missão de consertar "Ducth Boy" mostram de maneira bem interessante a diversidade cultural que o filme propõe, mesmo que os personagens não sejam tão bem explorados individualmente. Ainda tivemos um feat. do Brasil no filme, mais especificamente uma cena no Rio de Janeiro, e devo acrescentar que foi uma participação aceitável do país nos cinemas.

Dean Devlin fez sua estreia como o diretor do longa. Ele é conhecido por seus trabalhos como produtor em Godzilla de 1998, Independence Day e Independence Day: O Ressurgimento. Segue o trailer do filme:



Espero que tenham gostado. Confiram o filme e me digam o que acharam!
xoxo, Nathan