Preocupação ou Sexto Sentido ??? Enfim, é apenas amor...




Todo mundo já ouviu alguns discursos da mãe, como por exemplo:

* " Leve um casaco porque você vai sentir frio" - num calor de 39ºC .

* "Cadê o guarda-chuva? " - se você está indo para a praia.

* "Vai sair com esse sapato alto? Você vai se cansar. " - num passeio para o shopping... 

Sempre recebemos algumas dicas, mas nem sempre atendemos ao que elas dizem. Entretanto, pode ter certeza de que se você não obedecer, o que ela premeditou irá acontecer - você vai morrer de frio, vai chover e sua chapinha vai encolher e o sapato vai te dar bolhas nos pés. E logo depois, virá a seguinte frase: "Eu te avisei". 

Quem nunca passou por isso? Eu já vivenciei várias vezes e sempre fico me perguntando como as mães conseguem adivinhar o que irá ocorrer mesmo que as circunstâncias digam o contrário.
Depois de muito observar, acabei bolando uma teoria para tal situação:



Nossas mães nos abrigam por 9 meses dentro de seu útero. Convivem com nossos chutes, com os enjoos, com as vontades por comidas exóticas e passam por vários outros fatores oriundos da gravidez. Neste tempo, um vínculo muito grande começa a crescer entre as partes. Elas cantam e conversam conosco, mesmo que não nos lembremos mais das coisas deste período. O elo é muito forte e eu acho - tenho quase certeza - que o sexto sentido das mães começa a aparecer nesta hora. Assim, elas sentem qualquer coisa que possa machucar o seu bebê e fazem de tudo para protegê-lo. 

 Depois de vários sacrifícios, elas nos seguram no colo pela 1º vez e sorriem mesmo após a dor. A mãe se alegra ao segurar seu filho, ao aninha-lo no peito, ao colocá-lo para dormir e ao ver seu doce sorrisinho.
São elas que acordam de madrugada para tentar sanar nossas cólicas e nos dar de mamar de tempos em tempos.

Sempre estão ali, esperando o espetáculo dos nossos primeiros passos.

Assumem  milhares de funções em uma só pessoa.

São o nosso modelo de mulher.

E além de tudo, mãe assume o papel de melhor amiga. Com ela, podemos desabafar, chorar, pedir colo e conselhos. E mesmo se estiver cansada, ela parará o que estiver fazendo para nos ouvir.


Mãe é amor. Mãe é um ser único. Mãe é verdadeiramente a metade da nossa laranja.

Não importa as broncas que me dê, não importa a frequência do seu sexto sentido, pois sei que tudo isso é para o meu bem.

Mãe, obrigada por você existir. Espero ser a metade do que a senhora é quando eu crescer!

Te amooo!



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Sei que o dia das mães ainda não chegou, mas este tema já vinha sendo preparado durante um certo tempo .... e como o dia delas é todo dia... aí está minha pequena declaração!

Bjks da Ale ^^

Keep Calm And .... Tenha um Relacionamento Sério com as Palavras...



Oie, pessoal!

Dessa vez resolvi fazer um keep Calm diferente (sem aquela tradicional capa da coluna), pois irei falar novamente da querida Paula Pimenta (não leu a outra matéria? Clica aqui ;)

Todos os dias vemos as mudanças de status das redes sociais. Pessoas que passam de solteiras para " Em um relacionamento sério" com "fulano de tal". Mas eu nunca vi alguém falar que estava se relacionando com as palavras. E vocês?

Bom, toda a nossa linguagem é composta por letras, que formam palavras, que compõem frases e que promovem nossa comunicação. Um intenso sistema de interdependência que é magnífico e belo.

Paula Pimenta, sempre apresentou aptidão para a escrita e, por isso, nos enche de obras que podem invadir nossos corações. 

"Muito antes de se tornar conhecida por seus romances juvenis das séries Fazendo meu filme e Minha vida fora de série, Paula já escrevia crônicas, muitas publicadas em sites literários. Agora, várias delas estão reunidas nesta obra, chamada 'Apaixonada por palavras',  em que a protagonista não é Fani nem Priscila: desta vez, é Paula Pimenta por Paula Pimenta. Narrado em primeira pessoa, o livro reúne 55 crônicas, que descrevem seus sentimentos, suas experiências e suas reflexões. Com a mesma eloquência e fluidez que caracterizam seus romances, Paula Pimenta revela aqui a si própria, com relatos, ideias e comentários, de forma clara e envolvente." 

Eu amo crônicas, pois o autor fica livre para expressar toda a sua subjetividade. Ele é ele mesmo e faz com o que leitor se aproxime demais de todo o contexto.

Se você também está solteiro(a) e quer se apaixonar... este é o livro certo para você ;)

Corre lá na página da Editora Gutenberg e garanta seu exemplar!

Bjks da Ale!

"A Culpa é das Estrelas" - John Green


Este é um livro que nos transmite um misto de emoções, pensamentos, sentimentos e sensações. 
John Green consegue dar uma pitada de humor, de seriedade, de inteligência (muitaaa inteligência) à um romance entre adolescentes que é muito mais puro e honesto do que a maioria dos casos adultos.

Com certeza, esta história não é um simples passatempo, pois Gus e Hazel sempre serão seus companheiros durante a vida.
Como bem observou Gus: " É fácil demais  seduzir quem você conhece. Mas fazer com que completos desconhecidos o amem... isso sim é um desafio."   Entretanto, esses dois conseguiram cumprir esta missão. Afinal, o leitor, mesmo sendo um estranho, entra na intimidade do casal e se apaixona perdidamente por toda a situação.

Dia do livro infantil - 18/04


Salve, salve, galerinhaaaaaaa....
Ainda estou em pausa nas resenhas  (afinal, tenho que devolver os livros da Xanda...rs), mas não poderia ficar sem dar o arzinho da minha graça aqui hoje. Sabem por quê??? Porque hoje é o dia do livro infantil...aheeeeee.

O dia 18/04 foi escolhido para esta comemoração porque foi neste dia que nasceu o grande Monteiro Lobato, um dos autores de histórias infantis mais aclamados em nossas terras tupiniquins. Até quem é mais novinho conhece a maior obra desse grande autor. Quem nunca ouviu falar na Emília, Narizinho, Visconde de Sabugosa e na temível Cuca?? Isso mesmo, o Sítio do PicaPau Amarelo. Posso dizer que adorava assistir quando eu era pequena, me divertia muito e sempre quis ter uma Emília pra mim...rs
Acredito que o gosto pela leitura deve começar desde a infância. Eu me lembro até hoje do primeiro livro que li na minha vida. Se chamava Tico-Tico no sofá. Era um livro bem bobo, mas que nos fazia viajar na história do passarinho que tinha sempre que dar um jeitinho de não ser devorado pelo gato.
No meu tempo de colégio, a cada bimestre, nós tínhamos que ler alguns livros para fazermos as provas.  Eram chamados de livros paradidáticos. Eu adorava quando chegava a lista de livros e sempre ficava curiosa para começar a ler as histórias. Tenho certeza de que a minha paixão pela leitura se iniciou por meio desses livrinhos considerados bobos, mas que intrigam a imaginação de qualquer criança. Eu super apoio a volta desses livros para as escolas, pois é de pequeno que se despertam os bons hábitos.
Um dos livros infantis de maior sucesso é O Pequeno Príncipe. É um livro bem antigo, mas que continua "colhendo" leitores até hoje, não só com os pequenos, mas também com os adultos que ainda possuem uma aura de criança, assim como eu...hehehehehehehe.
Enfim, pessoal, termino esse post de hoje com uma frase do grande aniversariante do dia:
“Um país se faz com homens e com livros”

Um Grande abraço a todos e até a próxima....
Flay!!









Minhas piruetas...




Quando era bem pequena, subia nos pés do meu pai, rodopiava e dançava pela sala. Sonhava com bailes, príncipes e belos vestidos. Quando ele andava mais rápido e o ar esvoaçava meus cabelos, imaginava que estava voando, com mil pássaros ao meu redor. No início, sentia medo de cair, mas seus braços firmes me transmitiam segurança e, logo aproveitava a brincadeira, pedindo que 
acelerasse cada vez mais. Assim, desde pequena aprendi os encantos da dança. Entretanto, a "menininha do papai" cresceu e não pôde mais subir em seus pés.


Comecei a fazer ballet, como praticamente todas as meninas de 7 ou 8 anos. Ficava empolgada, queria aprender todos os passos e almejava ser como minhas queridas professoras gêmeas (sim, aprendia em dose dupla). 

 
Adorava surpreender minha mãe nas apresentações e me sentia como a própria Ana Botafogo quando colocava minha pequena roupinha.
Ensaiava pela casa inteira, cantava sem parar as músicas e mostrava, incansavelmente, meu progresso para minha família. Acho que até minha cachorrinha pode ter entrado na dança, durante o progresso.



Mais uma vez, a garota cresceu e, com a idade, veio a timidez.  Como poderia me apresentar na frente daquela plateia toda? E se eu caísse? Iria parar no youtube??


O tempo foi passando e eu fui me afastando, sem perceber, daquilo que me soltava. Entretanto, como o bom filho a casa torna, voltei a dançar socialmente. É claro que bate aquele medo e aquela bendita vergonha, mas como meus amigos topam minhas doideiras, não há mal em arriscar. Até mesmo um forró e um sertanejo já foram alvos de nossos treinos. Calculamos para não pisarmos nos pés dos outros, mas quanto ao resto, não nos importamos.  Solto gargalhadas com os micos e me liberto da rotina.

Sempre fui feliz nos livros, mas a dança completa esse elo de necessidade. Afinal, já que os exercícios físicos não gostam de mim, "balançar o esqueleto" tinha que servir, não é mesmo?

A dica para esquecer os medos é pegar um par, não olhar para os lados, dançar - do seu jeito - e sorrir acima de tudo.

Aprendi como agir e agora não desisto mais.... E vocês, o que acham disso?

Espero que tenham gostado desse papo gostoso!

Até mais... Vou procurar logo um par para a próxima oportunidade ;)

Bjks da Ale!!

Keep Calm And....


Olá, amores!

E a sessão do "Keep Calm And..." está de volta com grande estilo. Afinal, vamos falar sobre a fabulosa série " Fazendo Meu filme" de Paula Pimenta.  Uma obra que desenvolve uma "cena" em cada página, mas que vai te levar para um longo roteiro, através dos 4 livros que relatam as atuações e vivências de Fani. 

"Fazendo meu filme é um livro encantador, daqueles que lemos compulsivamente e, quando terminamos, sentimos saudade. Não há como não se envolver com Fani, suas descobertas e seus anseios, típicos da adolescência. Uma história bem-humorada e divertida que conquista o leitor a cada página. Seja a relação com a família, consigo mesma e com o mundo; seja a convivência com as amigas, na escola e nas festas; seja a relação com seu melhor amigo e confidente. Tudo muda na vida de Estefânia quando surge a oportunidade de fazer um intercâmbio e morar um ano em outro país. As reveladoras conversas por telefone ou MSN e os constantes bilhetinhos durante a aula passam a ter outro assunto: a viagem que se aproxima. É sobre isto que trata este livro: o fascinante universo de uma menina cheia de expectativas, que vive a dúvida entre continuar sua rotina, com seus amigos, familiares, estudos e seu inesperado novo amor, ou se aventurar em outro país e mergulhar num mundo cheio de novas possibilidades. As melhores cenas da vida de Fani podem ainda estar por vir…"
 
O melhor de tudo isso é que podemos perceber o amadurecimento da personagem durante o desenrolar da história. Crescemos e aprendemos com ela. Paula Pimenta arrebata seu público e se conecta de maneira incrível e admirável com os leitores através de suas palavras.

Sempre gostei de ler e de ir ao cinema, mas agora que existe uma série com cara de filme... OMG! A Editora Gutenberg que espere minhas encomendas... 
Já posso imaginar cada clacket  ;) 

Deixo  o vídeo promocional, onde vocês poderão conhecer mais um pouco sobre essas preciosidades! Espero que se divertam com o FMF...




Para mais informações, clique aqui!

Bjks da Ale !

Menina de Momentos!!




 Já ouvi muitas vezes que a vida é feita de momentos, mas poucos falam sobre como as pessoas colocam essas questões em prática. Afinal, a dúvida, o medo, a euforia e a alegria são momentâneos e adequam nossos comportamentos conforme a intensidade de cada um.

Sou uma menina de momentos. Aquela que sabe ser animada numa bagunça entre amigos; que tem medo de magoar quem ama; que tem vergonha para algumas coisas, mas que é sociável em outras; que sabe se calar nas horas certas, mas que também "abre o verbo" quando seu acúmulo explode; indecisa e pensadora.
Todos viveram, vivem e viverão os impasses das emoções.



Alguns dias exigem um bom cobertor, um café, um moletom, um livro e um urso de pelúcia. Tempos que quero refletir; pensar em como minha vida está andando, no que  fiz ou deixei de fazer; sonhar e desejar coisas que provavelmente passaram e que não voltam mais; sentir saudades de alguém; e de deixar as dores saírem para que meu destino siga seu rumo, sem medo de se arriscar ou de ser feliz. 

 Nesse período, geralmente fico sozinha e, por isso, o ursinho é uma boa opção. O companheiro de infância que me consola e que é o receptor de certas lágrimas intrusas. 

Chorar não é para os fracos, pois somente os fortes têm a capacidade de deixar que os sentimentos atravessem as barreiras do peito. A música, para mim,  sempre é o fator determinante entre a produção de lágrimas e sua liberação pelas glândulas lacrimais. Algo que alivia as dores, liberta o pensamento e enriquece a escrita. Meus sentimentos viram letras, formam palavras e frases. E é  no final deste roteiro que me sinto renovada; uma nova pessoa; preparada para um novo momento.


Maluquices com os amigos são uma das melhores coisas do mundo. Amo cantar, mesmo que não saiba, desafinadamente, muitas vezes, errando a letra e passando de Tim Maia à Maroon 5. As noites das garotas são as melhores e me rendem muitos risadas e alegrias. Assistindo, ou melhor, tentando ver um filme ou jogando conversa fora, trocamos confidências, ficamos bêbadas de sono e começamos a rir de coisas sem sentido. Não há nada mais gostoso do que assistir o nascer do sol quando você ainda não dormiu. O problema é quando a mãe entra no quarto, desligando as luzes e mandando as meninas dela irem dormir porque já passou da hora das crianças irem para a cama. Entretanto, como a noite é uma criança por que não emendá-la com uma básica ida ao shopping? 
 
Amigos são os anjos que caíram do céu para te protegerem e te fazerem feliz. Amigo é aquele que pergunta quem deve matar quando te vê triste e que esquece os próprios problemas para sanar os seus. Por este motivo, agradeço todos os dias pelos irmãos adotivos que ganhei. Afinal, a intimidade que você adquire com seus amigos é como um elo familiar.







Depois da reflexão e da alegria vem a ansiedade. Como não roer as unhas e tomar suco de maracujá quando as situações exigem decisões importantes?
Sou uma menina que hesita  em certos aspectos. O medo bate, a incerteza rodeia, mas o desejo pela felicidade me incentiva a arriscar. Aprendi que os erros são os melhores fatores que te levam ao acerto e, por isso, tento aprender com minhas falhas. Assim, o medo se desanuviou um pouco de minha mente, mas a ansiedade teima em me perseguir.



Entretanto, ultimamente, acho que o destino está preparando meu coração para novas descobertas, novas emoções e novos amores. Não quero mais ter medo de ser feliz, não quero me prender exclusivamente no passado, pois ele só me traz  recordações. E recordar significa fazer voltar à memória. Mas é só isso. Nada é melhor do que construir novas lembranças e ter novas histórias para contar.

Sim, a vida é feita de momentos e eu também. E é por isso que vou vivê-la intensamente!


***

E aí, pessoal, quais são os sentimentos que determinam as ocasiões da sua vida? 
Conte pra gente!

Bjks e até a próxima!